Blog Dr. Inácio Ferreira
Carlos A. Baccelli, segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
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CONTRABANDO DE ALIMENTOS EM “NOSSO LAR”
Infelizmente, poucos são os que conseguem, a primeira leitura, registrar todo o conteúdo do que leram.
Estes, no entanto, não estão em situação mais difícil do que aqueles outros que, mesmo lendo e entendendo, tentam distorcer a realidade, que menoscabam e ironizam, com o evidente propósito de sustentar a ignorância em torno do conhecimento mais amplo da Verdade.
Nos estudos despretensiosos que, semanalmente, aqui temos apresentado, dirigindo-nos em especial aos que realmente desejam saber um pouco mais sobre a Vida, destacaremos hoje, para nossas reflexões, um trecho que se encontra inserido no importante capítulo “Problema de Alimentação”, do livro “Nosso Lar”.
Não me adiantarei a tirar qualquer conclusão do referido texto, deixando que nossos irmãos se encarreguem de fazê-lo, exercitando, assim, a sua faculdade interpretativa própria. Vamos a ele:
“(...) Tudo isso provocou enormes cisões nos órgãos coletivos de “Nosso Lar”, dando ensejo a perigoso assalto das multidões obscuras do Umbral, que tentaram invadir a cidade, aproveitando brechas nos serviços de Regeneração, onde grande número de colaboradores entretinha certo intercâmbio clandestino, em virtude dos vícios de alimentação”.
A fim de nortearmos o raciocínio com maior objetividade, permitam-me formular apenas três perguntas sobre a transcrição acima:
– Que se deve entender por “intercâmbio clandestino”?
– Se Lísias e André Luiz dialogavam em torno do problema da alimentação, o que estaria, em “Nosso Lar”, sendo objeto de intercâmbio na clandestinidade?
– Concordando que o que estava sendo traficado era algum tipo de alimento, qual seria ele?
Com o propósito de nos auxiliar na obtenção das respostas às questões formuladas, ainda transcrevo do mesmo capítulo da obra em estudo:
“(...) O mesmo não aconteceu com o Ministério do Esclarecimento, que demorou muito a assumir compromisso, em vista dos numerosos espíritos dedicados às ciências matemáticas, que ali trabalham. Eram eles os mais teimosos adversários. Mecanizados nos processos de proteínas e carboidratos, imprescindíveis aos veículos físicos, não cediam terreno nas concepções correspondentes daqui”.
Todo o capítulo está repleto de preciosos esclarecimentos, destinados, evidentemente, a quem consiga lê-los de espírito desarmado – a quem não mais esteja, em seu subconsciente, sob a influência das antigas concepções teológicas, às quais pretende adequar a Revelação Espírita.
Ao término do curioso diálogo, Lísias ainda diz a André Luiz que, em “Nosso Lar”, “desde então, só existe maior suprimento de substâncias alimentícias que lembram a Terra, nos Ministérios da Regeneração e do Auxílio, onde há sempre grande número de necessitados”.
Nota: Até hoje tem gente gargalhando às minhas custas por eu ter narrado, no livro “No Limiar do Abismo”, de minha lavra espiritual, a experiência que vivenciei provando, neste Outro Lado, nas Regiões Inferiores, um pedaço de carne... É uma pena! Eles não leram André Luiz! Se o leram, não entenderam patavina!...
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 29 de dezembro de 2009
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5/1/2010 19:07:55 - helen li "nosso lar" por apenas duas vezes e não prestei atenção .agora vejo que tudo que parece ser revelado agora, já o foi há tempos por andré luiz. maravilhoso esse dr inacio, que faz a gente estudar mais e mais.
ainda bem!!.
obrigado.
| 16/3/2010 22:04:18 - Glayds Maria G. da Silva O homem, realmente~desconhece um palmo adiante de seu nariz Dr. Inácio, acredito , se Jesus voltasse a Terra e dissesse que Ele era o Cristo, com certeza poucos dariam crédito às Suas palavras e novamente O conduziria ao degredo do manicomio(mais social,por não existir mais pilatos, entre"")vamos assim dizer.Meu caro Dr. Inácio,por mais q se fale da existência desse mundo (espiritual) de verdades,observamos que muitos estudam a Doutrina Espírita , mas poucos aprenderam as lições.
| 10/5/2010 09:28:41 - glayds maria g. da silva ...penso que nada ainda sabemos do plano espiritual, a medida que Dr. Inácio nos esclarece tão bem vejo a necessidade de reler novamente as obras de André Luíz não somente tre vezes mas dez , e tantas quantas me for possível, pq a cada texto que ele nos dirige em seu blog, nos deixa a pensar o quanto ainda nos encontramos amarrados nas teias da ignorância,um grande abraço querido irmão,muita paz
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